
Próximo ao rio Guaíba, onde boa parte do volume das precipitações que sobrecarregaram bacias do interior desaguou, o prédio da PRR4 foi alcançado pela enchente em 6 de maio. Só foi possível entrar na sede sem apoio de barcos ou botes 11 dias depois, quando um cenário de sujeira e destruição de salas e equipamentos localizados no térreo se revelou.
A reabertura total do prédio para trabalho presencial e atendimento ao público ocorreu apenas em 9 de setembro, após quatro meses de muito esforço por parte da Administração para limpar a sede, recuperar ou adquirir móveis e equipamentos (sobretudo da subestação elétrica que ficou embaixo d’água), além de dar apoio para quem, ao longo desse período, exerceu atividades a distância. Mesmo assim, as obras de recuperação e reforma da Regional se estenderam ao longo de 2025.