
(Foto do Processo: Ascom/MPF/GO)
Mais um caso de repercussão nacional ocorreu em Goiás em 2012. Após trabalho conjunto com a Polícia Federal, procuradores do grupo criminal da PRGO ofereceram denúncia contra 80 pessoas acusadas de participar de um esquema criminoso que explorava a jogatina em Goiás. No final daquele mesmo ano, a Justiça Federal condenou Carlos Augusto de Almeida Ramos, também conhecido como Carlinhos Cachoeira e mais sete réus a mais de 39 anos de prisão por diversas práticas criminosas.
![2006_Entevista_Monte-Carlo.jpg Léa Batista e Daniel Salgado em entrevista coletiva sobre a Operação.[break]Foto: Ascom/MPF/GO, 2012.](https://linhadotempo.mpf.mp.br/www/linha-do-tempo-pr-go-docs/linha-do-tempo-pr-go-imagens/2012-07-30%20-%20entrevista%20coletiva-procuradores%20Lea%20Batista-Daniel%20Salgado-operacao%20Monte%20Carlo-Andressa%20-10.jpg)
Léa Batista e Daniel Salgado em entrevista coletiva sobre a Operação.
Foto: Ascom/MPF/GO, 2012.
Segundo o MPF, além do crime de corrupção ativa, o empresário e seu grupo praticavam outros ilícitos como fraudes a licitações públicas, exploração de máquinas caça-níqueis e jogos de azar.
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Conforme investigação realizada pelo Ministério Público Federa em Goiás, havia pelo menos uma década que a organização criminosa promovia uma espécie de "mensalinho", com repasse periódicos de valores a alguns parlamentares, para que estes usassem seus mandatos em favor de interesses pessoais de seus membros.